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SEGURO, PREVIDÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL

    Nos países desenvolvidos, o setor de seguros, composto pelas seguradoras e operadoras de planos de previdência privada, representa um dos principais canais de financiamento nacional, gerando o capital necessário para os investimentos e garantindo a manutenção do parque produtivo e a recomposição de sua de sua capacidade de atuação em caso de sinistro.

    O exemplo mais visível disso é o atentado terrorista contra o World Trade Center, onde as seguradoras já pagaram mais de US$ 30 bilhões em indenizações as mais diversas, e se estes riscos não estivessem cobertos por apólices de seguros onerariam diretamente os diferentes níveis de governo americanos, comprometendo a capacidade de investimento da cidade de Nova York e restringindo a atuação do governo federal para reaquecer a economia, pela diminuição do dinheiro injetado em setores estratégicos ou mais afetados pelas conseqüências do ataque. Nesse caso, tivemos a atuação clássica de uma seguradora levada a patamares até então inimagináveis: o pagamento de sinistros.

    Os prejuízos diretos e indiretos foram de tal ordem que mesmo a existência de um número elevado de apólices não foi suficiente para cobri-los integralmente. Mas foi suficiente para injetar uma fortuna na economia do país, repondo boa parte dos patrimônios atingidos e preservando a capacidade de atuação da sociedade.

    Mas seguros e previdência privada podem fazer muito mais. Podem financiar o desenvolvimento nacional, através da aplicação de suas reservas em projetos de maturação lenta ou de interesse estratégico para o país, para não falar de sua atuação cotidiana nas bolsas de valores, suprindo dinheiro a custo barato para o giro das empresas.

    Uma breve olhada na composição acionária de vários grandes conglomerados empresariais americanos e europeus é suficiente para mostrar onde essa parceria pode chegar, com resultados positivos para todas as partes envolvidas, mas, normalmente, com ênfase maior no pequeno acionista, que se sabendo protegido pela imensa capacidade econômica das seguradoras e dos planos de previdência aplica nas ações das mesmas companhias que eles, quando não nas próprias seguradoras, sem grande risco de perder.

    Durante quase todo o século 20 as grandes seguradoras alemãs desempenharam um papel fundamental para o desenvolvimento do país, um dos maiores do mundo, mesmo tendo perdido duas guerras mundiais. E a previdência privada americana, do alto de seus mais de US$ 7 trilhões em reservas aplicadas a longo prazo, explica de forma clara o porquê da pujança econômica e empresarial do país.

    O Brasil tem no setor de seguros um dos ramos mais dinâmicos de sua economia. Poucas atividades, nos últimos anos, cresceram como ele.

    Comunicações, energia e siderurgia receberam uma atenção especial do governo, enquanto as apólices de seguros e os planos de previdência privada, em contrapartida, tiveram apenas aumentos de impostos.

    O governo federal está criando o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, com a missão de discutir e promover políticas eficazes para a retomada do desenvolvimento da nação e a inserção dos milhões de cidadãos atualmente excluídos da vida econômica do País no círculo virtuoso a ser gerado pela implantação dessas políticas. Além disso, a reforma da previdência social é o grande tema que mexe com o Brasil, e a única forma de ela ser feita é pelo fortalecimento da previdência privada.

    Assim, na medida em que os dirigentes do setor de seguros estão familiarizados com atividades vitais para a viabilização dos planos a serem implantados e conhecem bem realidades como as da Previdência Social e do atendimento médico hospitalar da população, seria falta de visão não incluí-los no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

Fonte: Estado de São Paulo (2003)


CORRETOR DE SEGUROS DEVE FICAR ATENTO ÀS NORMAS PARA CONTRIBUIÇÃO AO INSS

    O diretor de Marketing da Fenacor, Elizeu de Oliveira, alerta que o corretor de seguros deve ter o “maior cuidado” em suas retiradas de valores da empresa. Ele lembra que o Decreto 4.729/03, editado recentemente, estabelece alterações nas normas relativas ao recolhimento do INSS pelas quais, na prática, qualquer valor sacado ou transferido da empresa para o empresário, antes de finalizar a demonstração de resultado do exercício, será tributada como contribuição patronal, retenção dos 11% (até o limite do salário de contribuição) e, em conseqüência, com Imposto de Renda também.

Fonte: http://www.fenacor.com.br


CORRETORA DE SEGUROS TIRA O BÔNUS DE SINISTRALIDADE DE CLIENTE

    "O meu problema é simples. No dia 09/03/2001 liguei para o NAC Brooklin e falei com Val, pois precisaria de um cálculo de endosso de substituição de veículo. Ela me informou que deveria enviar, via fax, o pedido informando todos os dados. Feito, liguei para confirmar o recebimento do mesmo e também saber o tempo que levaria. A pessoa que me atendeu, que se chamava Ricardo, me informou que o prazo era de um a três dias.

    Hoje já faz mais de uma semana e nada do meu cálculo. Liguei novamente para o NAC e fui informado de que eles não tinham mais acesso aos telefones da Central da Sul América, que só poderiam cobrar o pedido via fax e que não garantiriam o recebimento do mesmo. Ou seja, não dava mais para eles fazerem nada, só me restava esperar a boa vontade da Central. Logo após receber esta informação, liguei para a Sra. Maria Eugênia, que uma vez nos telefonou e identificou-se como sendo da "ouvidoria" da Sul América. Segundo ela, em caso de qualquer problema era só entrar em contato. Enfim, passamos um recado via bip e não recebemos sequer um telefonema dizendo que estaria verificando o nosso caso ou mesmo para dizer que não poderiam fazer nada. Nem a ouvidoria escuta seus corretores? Será?

     Conclusão, o segurado não atendido afirma que não fui eficiente, pois é muito estranho uma companhia do tamanho da Sul América não ter pessoas suficientes para fazerem um simples cálculo de endosso de substituição de veículo. Realmente é difícil de acreditar, mas é a pura verdade.

     Esta carta não é para cobrar o cálculo de endosso, pois nesta altura já perdi o cliente. Serve sim para alertar os colegas da falda de consideração que a Sul América tem para os seus corretores, principalmente os pequenos. Quem sabe essa carta possa fazer com que a própria companhia veja como é falho o seu sistema de atendimento aos corretores. No entanto, o mais estranho é que na publicação corporativa Sul América On-Line, a mesma frisa que o compromisso com os seus corretores é o principal objetivo. Um exemplo disso é o artigo publicado no Sul América On-Line, Ano 1, nº 2, pág. 16, referente ao oferecimento de Palms-Tops aos corretores...". Será mesmo que esse compromisso da Sul América para com os corretores existente?"

TRM Administração e Corretagem de Seguros Ltda. São Paulo - SP

RESPOSTA DA SUL AMÉRICA

    "Informarmos que o primeiro contato da sub-gerente, Sra. Maria Eugênia, para a realização de visitas à corretora TRM foi feito no dia 16/11. Na ocasião, fomos informados que a visita não seria necessária.

     No dia 15/03, após ter recebido um chamado pelo bip, a sub-gerente entrou em contato com a TRM. Atendida pelo serviço de caixa postal, a Sra. Maria Eugênia deixou recado, mas não obteve retorno.

     Em relação ao cálculo solicitado em 09/03, esclarecemos que a demora ocorreu devido à falta da informações de que se tratava de apólice do Banco do Brasil e de que o corretor que fez a solicitação não era o corretor da apólice".

Antônio Carlos Stefano
Superintendente Comercial Sul América



»»CORRETORA PROPÕE ÀS SEGURADORAS REAVALIAÇÃO DE COBERTURA

    "Venho, por meio desta, solicitar ao Sincor-SP que interceda junto às seguradoras para que as mesmas possam analisar melhor a aceitação do seguro de Pick-Up's (F 1000, D20, Silverado Diesel, entre outras) e pratiquem preços mais acessíveis ao consumidor. As poucas seguradoras que aceitam o seguro para esses veículos chegam a estabelecer taxas de 50% do valor do veículo, o que impossibilita a contratação do mesmo. Nossa corretora tem parceria junto a vários revendedores especializados em Pick-Up's, os quais estão passando por sérios problemas na venda destes veículos, pelo motivo já mencionado, o que afeta diretamente o faturamento da nossa empresa.

    Sabemos que a recusa na aceitação ocorre devido ao grande índice de sinistralidade para estes veículos, mas a impressão que o consumidor e o revendedor têm é de que as seguradoras só aceitam seguro para os veículos que irão lhe proporcionar grandes lucros e que apresentam pouca sinistralidade.

    Gostaríamos de sugerir que as seguradoras reavaliassem melhor a comercialização e aceitação destes seguros, sem prejuízos nos seus lucros, utilizando-se de regras e normas, tais como a obrigatoriedade de instalação de alarmes no veículo, antes da efetivação do seguro, como o Seal Car, Ituran, Lo-Jack, entre outros.

Desta forma, acreditamos que haveria satisfação para todas as partes, sem prejuízos para ninguém".

Gorgate & Oliveira Corretora de Seguros São Paulo - SP


»»PARECE PIADA...

    Frases reais, colhidas em formulários de companhias de seguro, nos quais os motoristas tentam descrever os detalhes de seus acidentes nos avisos de sinistros:

"O pedestre não tinha para onde ir, então eu o atropelei".

"Eu vi um velho mole, de cara triste, quando ele caiu no teto do meu carro".

"A causa indireta do acidente foi um rapazinho num carrinho pequeno com uma boca enorme".

"Eu tinha certeza que o velho não conseguiria chegar ao outro lado da estrada, então eu o atropelei".

"Eu disse à polícia que não estava machucado, mas quando tirei o chapéu percebi que tinha fraturado o crânio".

"Eu fui atirado para fora do carro quando ele saiu da estrada. Mais tarde, fui encontrado numa vala por umas vacas perdidas".

"Eu pensei que minha janela estava aberta, mas descobri que estava fechada quando botei a cabeça para fora".

"Eu bati contra um carro parado, que vinha em sentido oposto".

"Um caminhão deu ré pelo meu pára-brisa, direto na cabeça da minha mulher".

"Eu saí do acostamento, olhei para a cara da minha sogra e caí montanha abaixo".

"O cara estava por tudo quanto é lado da estrada. Eu tive que desviar uma porção de vezes antes de atropelá-lo".

"Eu vinha dirigindo já há 40 anos, quando dormi no volante e sofri o acidente".

"Um carro invisível veio não sei de onde, bateu no meu carro e desapareceu".

"Meu carro estava estacionado legalmente, quando ele foi de ré no outro carro".

"Eu estava a caminho do médico com um problema na traseira, quando minha junta universal caiu, causando o acidente".

"De volta para casa, entrei com meu carro na casa errada e bati numa árvore que não era a minha".